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Araguaína

02/05/2014 - Redação

Foto: Divulgação

Na próxima terça-feira, 07 de maio, Araguaína receberá a visita ilustre do príncipe imperial e real do Brasil, Dom Bertrand de Orléans e Bragança, bisneto da Princesa Isabel. Coordenador Nacional do Movimento Paz no Campo, ele vem à cidade pela primeira vez para ministrar uma palestra no Auditório da Faculdade Católica Dom Orione (FACDO) relacionada ao Ecoterrorismo.

Além disso, o príncipe, que reside em São Paulo, fará o lançamento da 4ª edição da obra “Psicose Ambientalista”, de sua autoria, na quarta, 08, na GEP Livraria, a partir das 19h30. A coletiva de imprensa está marcada para terça-feira, 06 de Maio, às 16 horas, no auditório da Clínica Educare. O evento conta com o apoio cultural do Sindicato Rural de Araguaína, Frigorífico BoiForte, Hotel Relicário, Clínica Educare, Duda’s Café e Doces, Empório Maria, Eletrogeral e Revista Cenariun.

Dom Bertrand

Trineto de Dom Pedro II e bisneto da princesa Isabel, Dom Bertrand nasceu em Mandelieu, na Riviera Francesa, durante o período de exílio da família real brasileira, no entanto, ele é considerado nato e desfruta de todos os direitos concedidos por sua condição. Terceiro de doze filhos, sua família mudou-se para o Rio de Janeiro quando tinha quatro anos de idade, e logo em seguida seu pai comprou uma fazenda em Jacarezinho, no Paraná, onde plantava café e criava gado. Advogado formado pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da USP, Dom Bertrand coordena e é porta-voz do movimento Paz no Campo. Por essa condição, percorre o Brasil fazendo conferências para produtores rurais e empresários, em defesa da propriedade privada e da livre iniciativa. O príncipe nunca se casou, não teve filhos e atualmente mora em uma residência de dois andares, com seu irmão Dom Luiz Gastão Maria José Pio Miguel Gabriel Raphael Gonzaga de Orleans e Bragança e Wittelsbach (o primeiro na linha de sucessão).

Obra

O livro “Psicose Ambientalista” é uma base rica que conta com uma expressiva documentação de especialistas na matéria, a obra “Psicose Ambientalista” (Editora Artpress, 184 páginas) desmitifica os embustes de um certo ambientalismo radical, fabricante de catástrofes imaginárias e posto a serviço de uma "religião" ecológico-panteísta divinizadora da Terra.