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Saúde

13/01/2016 - Redação

Foto: Marcos Filho

Intensificando as ações de combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor de doenças como Dengue, Chikungunya e Zika Vírus, a Prefeitura de Araguaína, por meio da Secretaria da Saúde, em parceria com o Governo do Estado, começa a pulverização de inseticida com dois carros fumacê das 17 às 21 horas e durante a madrugada. Os primeiros setores a receber as equipes são o Araguaína Sul, São João e Centro.

O secretário de Saúde, Jean Coutinho explica que esta é mais uma ação da Campanha Araguaína Contra a Dengue. “Dentre as ações estamos confeccionado armadilhas, fumacê e temos equipes de agentes de endemias nas ruas, que além do trabalho de rotina, orientam sobre cuidados que todos devem ter para não contrair doenças", disse. 

Portas e janelas abertas

De acordo com o superintendente de Vigilância de Saúde do Município, Eduardo de Freitas, a responsabilidade aumentou. “Antes a preocupação maior era com a dengue, agora que sabemos de riscos com outras doenças estamos intensificado ainda mais as ações. A comunidade precisa estar atenta e nos ajudar neste trabalho, quando o fumacê estiver passado deixar portas e janelas das casas abertas”, explicou.

O superintendente destacou ainda a importância da colaboração da comunidade em manter os quintais limpos. “O inseticida pulverizado pelo fumacê não mata as larvas do mosquito. A eliminação dos criadouros precisa ser constante, não deixando acumular água parada em pneus, latas, vasos de plantas ou outros recipientes”, completou.

Focos em Araguaína

Em Araguaína, já foram localizados 6.926 mil focos. O bairro com o maior números de focos encontrados é o São João, seguido dos setores Nova Araguaína (849) e Araguaína Sul (558). Esses setores são classificados como vulneráveis e dentro dos problemas encontrados estão a aglomeração de lixo em terrenos baldios e locais onde o acesso das equipes de saúde é dificultado.

Fumacê 

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), a aplicação de inseticidas para o controle e combate de doenças só deve ser realizada por equipes de vigilância das secretarias estaduais e municipais de Saúde, que são treinadas para o manuseio seguro dos produtos.