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Estado

29/08/2013 - Redação

Foto: Antônio Rezende

O prefeito de Araguaina, Ronaldo Dimas, participou da primeira reunião do Conselho Superior de Segurança Pública do Estado do Tocantins, realizada nesta quinta-feira, 29, em Palmas. Na oportunidade, Dimas apresentou os problemas enfrentados por Araguaína com relação ao contingente policial, a necessidade do monitoramento eletrônico e a criação do cargo de agente penitenciário. “O município está tomando decisões no que lhe é cabível, mas o apoio do Estado é fundamental. Viemos apresentar nossas demandas e propor um trabalho conjunto, como é caso do monitoramento”, explicou o prefeito.

Demandas

Durante as três reuniões sobre a segurança pública em Araguaína, realizadas na presença de representantes da Polícia Militar, Civil, Federal, Rodoviária Federal e outros órgãos e entidades sociais, foi consensual a necessidade de mais policiais militares nas ruas e mais civis para as investigações e cumprimento de mandados. “Propusemos que os policiais que hoje fazem a guarda de alguns prédios públicos possam ser remanejados para as equipes de fazem as rondas. É uma medida ágil em curto prazo”, disse Ronaldo.

A criação do cargo de agente penitenciário também auxiliaria no aumento do contingente policial nas ruas, uma vez que parte do efetivo da PM fica responsável pela segurança da Unidade de Tratamento Penal Barra da Grota.

Já o sistema de monitoramento eletrônico, outra reivindicação da Prefeitura de Araguaina, proporcionará apoio para os trabalhos das forças de segurança. “Estimamos que, inicialmente, 20 câmeras possam ser instaladas na área central da cidade, onde se concentra o comércio. Este investimento seria de R$ 1 milhão”, informa o prefeito.

A parceria já havia sido estendida para o Estado por meio do Detran, mas até o momento não houve sinalização de apoio.

O Conselho

Criado pela Lei 2.731, o Conselho Superior de Segurança Pública do Estado tem poderes consultivo e deliberativo com relação às ações públicas de segurança e defesa do cidadão. O colegiado tem a função de fiscalizar e apresentar novas propostas de ação das forças de segurança, elaborar e promover estudos e projetos que contribuam para a melhoria dos serviços e aproximar a sociedade das discussões e envolvê-la no combate à violência.