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Polí­cia

04/10/2012 - Redação

O Comando Geral da Polícia Militar, através de nota oficial, justificou o aquartelamento de policiais no período entre os dias 4 e 8 de outubro, período eleitoral. A PM foi questionada pelo candidato a vice-prefeito de Palmas pela coligação “Um novo caminho é possível”, Sargento Aragão (PPS).

De acordo com a PM, a aglutinação de policiais nos quartéis se deu depois de ofício do juiz titular da comarca de Araguaina, relatando a possibilidade de tentativa de resgate de presos do presídio Barra da Grota, no município. Além disso, ainda segundo a PM, depois de levantamento do setor de inteligência, foi constatada a chance de assaltos coordenados à agências bancárias no período da votação.

Por fim, o comando da PM informou que a determinação do aquartelamento dos policiais foi para que o contingente da Companhia de Operações Especiais (Cioe) ficasse de prontidão para rápido deslocamento mediante confirmação dos riscos relatados.

Entenda

O candidato a vice-prefeito pela coligação “Um novo caminho é possível”, Sargento Aragão (PPS), questionou a ação do comando da PM que determinou o envio de um contingente de cerca de 400 policiais para os locais de votação no interior do Estado. Além disso, o candidato ainda criticou a postura de aquartelamento do contingente pela Polícia Militar.

Acompanhe a íntegra da nota da Polícia Militar sobre a reserva de contingente policial nos quartéis.

NOTA PMTO

Em resposta ao que foi publicado na imprensa, a respeito de aquartelamento de policiais militares da Companhia Independente de Operações Especiais - CIOE, o Comando da PMTO esclarece que:

1.Diante da recepção de um Ofício da lavra do juiz titular da Vara Criminal da Comarca de Araguaína, dispondo da possibilidade de um grupo criminoso estar articulando ações no sentido de resgatar presos do Presídio Barra da Grota em Araguaína-TO;

2.Diante dos levantamentos do Serviço de Inteligência da PMTO, que indicam a possibilidade de uma quadrilha organizada estar arquitetando assalto a agências bancárias do Estado do Tocantins e;

3.Por acreditar que a CIOE, apta e habilitada para ações especiais que exijam intervenção rápida e eficaz, determinou que a mesma permanecesse de prontidão, em Palmas, podendo ser deslocada para estes locais de risco, visando, única e exclusivamente, garantir a segurança da população tocantinense.