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Polí­tica

24/05/2012 - Redação

Foto: Divulgação

O deputado federal César Halum (PSD-TO), ocupou a tribuna da Câmara dos Deputados, nesta quinta-feira, 24, para cobrar da Policia Rodoviária Federal, a reabertura do Posto do Setor Barros de Araguaina (TO), que segundo o parlamentar foi fechado, dando oportunidade e facilidade de fuga aos marginais.

“Araguaina é a cidade mais importante do Estado, ponto de saída e de divisa com o Estado do Maranhão e do Pará, o Posto da Polícia Rodoviária Federal foi fechado. Abriram um posto antes de Araguaina. O que acontece hoje é que todos os dias nós temos assaltos, sequestros, roubos, assassinatos, e os marginais fogem tranquilamente pela Belém-Brasília até o Estado do Maranhão e do Pará, sem nenhum policiamento”, disse Halum.

O deputado lembrou que em março deste ano foi protocolado na Mesa da Câmara e no Ministério da Justiça, a Indicação 2723/2012 solicitando o aumento de efetivo da PRF no Estado. De acordo com Halum, não obtiveram nenhuma resposta do ministério nem da PRF. Em Indicação ao Poder Executivo, César Halum sugere ao Ministério da Justiça, a criação e o preenchimento de quantas vagas forem necessárias para a composição imediata de um bem treinado efetivo da Polícia Rodoviária Federal, que atenda, suficientemente, as demandas dos transportes nas rodovias do Tocantins.

Visita da Diretora-Geral no Tocantins

Nesta quinta-feira, 25, a atual diretora Geral do Departamento de Polícia Rodoviária Federal - DPRF, Inspetora Maria Alice do Nascimento Souza, visita o 2º Distrito Regional da PRF/TO. Para César Halum essa visita deve ter o objetivo de solucionar os problemas no Estado e não somente de conhecer as dependências da PRF. - “Espero que a Diretora não tenha ido ao Estado somente para gastar diárias, mas sim para solucionar nossas reivindicações. Entendo que não se devem medir esforços para garantir ao País a necessária segurança dos cidadãos e o combate à criminalidade, na circunscrição de nossa malha rodoviária, por isso, exijo uma solução urgente para amenizar tais questões”, concluiu Halum. (Assessoria)